
Dezesseis ônibus da empresa Expresso Coletivo Forquilhinha foram apreendidos por falta de pagamento.
A decisão que determinou a busca e apreensão dos automóveis foi expedida no dia 18 pela Vara Estadual de Direito Bancário.
Conforme apurado pela reportagem, a determinação ocorreu após a empresa deixar de pagar as prestações dos veículos, que estão alienados ao Banco Moneo, instituição pertencente à Marcopolo, fabricante dos ônibus.
Parte dos veículos foi apreendida nesta segunda-feira (25), no pátio da empresa, localizado no bairro Pinheirinho.
A juíza Nádia Inês Schmitz condicionou a restituição dos ônibus ao pagamento integral da dívida — incluindo prestações vencidas e vincendas — no prazo de cinco dias corridos, além das custas processuais e honorários advocatícios fixados em 10% do valor do débito, que gira em torno de R$ 6 milhões.
Por conta das apreensões, usuários do transporte público já relatam transtornos em algumas linhas de Criciúma.