Mãe é presa no bairro Santo Antônio após abandonar três filhos; as crianças estavam em condições sub-humanas

A mulher está à disposição da Justiça.

Por Tcharlles Fernandes

Na noite desta sexta-feira (17), a Polícia Militar (PM) prendeu, no bairro Santo Antônio, em Criciúma, uma mulher de 30 anos acusada de abandono de incapaz e lesão corporal.

Segundo informações divulgadas pela PM, os policiais foram acionados para prestar apoio à uma conselheira tutelar. Chegando no local, em um condomínio residencial, três crianças foram encontradas sozinhas. As vítimas possuem entre 11 meses e 11 anos de idade.

A PM informou que as crianças estavam em condições sub-humanas e que a casa estava muito suja. Uma das crianças estava com um ferimento no braço e alegou ter apanhado da mãe com um cabo de vassoura.

Em contato com um funcionário do residencial, os policiais conseguiram contato com a mãe das crianças. Após cerca de 15 minutos, a mulher chegou no local e foi presa. A mulher alegou que deixou as crianças sozinhas porque tinha ido até um mercado.

As crianças foram encaminhadas pelo Conselho Tutelar até um abrigo da cidade. A mãe foi conduzida para delegacia e aguarda decisão da Justiça para saber se ficará presa ou não.

Recomendados para você

Decreto de Bolsonaro facilita porte de arma para caminhoneiros, agentes públicos e políticos

Decreto de Bolsonaro facilita porte de arma para caminhoneiros, agentes públicos e políticos

Texto assinado pelo presidente na terça-feira ainda estabelece que porte passa a ser vinculado à pessoa, não mais ao equipamento

Polícia Militar prende assaltante e recupera veículo roubado em Criciúma

Polícia Militar prende assaltante e recupera veículo roubado em Criciúma

O criminoso foi preso em flagrante e encaminhado à delegacia de Polícia Civil. 

Defensoria busca prisão domiciliar com tornozeleira para mais de 500 presos em SC

Defensoria busca prisão domiciliar com tornozeleira para mais de 500 presos em SC

Pedidos partiram de uma força-tarefa nas unidades prisionais do Estado e ainda dependem de decisões judiciais