Serviços de detetives ganham espaço em Criciúma com flagras de traições

O serviço cresce ao passo que os meios de comunicações evoluem.

Por Tcharlles Fernandes

Traição! Quem nunca teve uma dor de cotovelo relacionada a uma desilusão amorosa? O assunto já foi tema de filmes, novelas e está na boca do povo, embalado por músicas que fazem sucesso, conhecidas como “sofrência”. Mas como tudo tem um lado bom, há quem ganhe dinheiro com isso: os detetives particulares. Dentre os casos de investigação particular, os casos extraconjugais lideram o ranking das solicitações destes serviços.

A maioria das pessoas que procuram este tipo de serviço é do sexo masculino. Cerca de 80% das solicitações pelas investigações conjugais são feitas por maridos ou namorados desconfiados de estarem sendo traídos. A afirmação é do detetive Fernando Muller, que trabalha no ramo há oito anos.

“Eles são, definitivamente, a maioria e quando nos procuram já têm uma grande desconfiança e querem a prova de que estão sendo traídos. Primeiramente, eles nos confidenciam uma situação de crise amorosa e, em seguida, pedem a nossa ajuda para ter a certeza, com provas, da infidelidade”, explicou o detetive.

Perfil

A faixa etária média desses “desconfiados” é de 25 a 45 anos. Eles são geralmente de classe média alta e bem resolvidos profissionalmente. Procuram o serviço para ter a certeza da traição, mas, ao terem a prova da infidelidade, muitas vezes decidem perdoar a parceira ou parceiro e dar mais uma chance à relação.

Profissão reconhecida e regulamentada

A profissão de detetive particular é reconhecida desde 1957, mas somente em maio de 2017 ano foi regulamentada. “A pessoa que procura um detetive deve se atentar se o profissional passa confiança, se ele tem escritório e, se possível, ter indicações”, ressalta Fernando.

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