Deputada Júlia Zanatta havia questionado formalmente presidente do INSS cerca de um mês antes da operação da PF

Alessandro Stefanutto respondeu os questionamentos da deputada em fevereiro.

Por Tcharlles Fernandes

Um mês antes de ser deflagrada operação da Polícia Federal (PF) que cumpriu mandados de buscas e apreensão contra sindicalistas acusados de desviar bilhões de reais de pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a deputada federal criciumense Júlia Zanatta (PL) requisitou ao presidente do órgão, Alessandro Stefanutto, informações sobre a realização de descontos indevidos em benefícios pagos pelo INSS, incluindo aposentadorias e pensões.

Em resposta ao requerimento de informação, Stefanutto, informou ao Congresso que não era possível "identificar indício de dolo, fraude ou erro administrativo em relação a possíveis descontos indevidos".

A manifestação foi assinada em 7 de abril por Stefanutto, mas enviada ao Congresso pelo Ministério da Previdência Social (MPS) apenas esta semana. A operação Sem Desconto, da PF, foi deflagrada no dia 23 de abril.

Em nota neste sábado (10), a defesa de Stefanutto disse que, no momento em que foi questionado, o ex-presidente do INSS não podia afirmar que havia fraudes porque as investigações ainda estavam em andamento.

No questionamento ao presidente do instituto, Júlia Zanatta destacava "denúncias sobre a realização de descontos indevidos em benefícios pagos pelo INSS, incluindo aposentadorias e pensões".

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