Presidente da ACTU diz que demissões serão inevitáveis sem o retorno do transporte

Essa é a maior crise na história do Brasil.

Por Tcharlles Fernandes


Empresários do transporte coletivo de Santa Catarina aguardam para essa semana uma posição do Governador Carlos Moisés sobre a volta dos ônibus em todo o Estado. Com a frota na garagem há mais de dois meses as empresas estão no limite e se não houver mudanças as demissões serão inevitáveis.

“Esperávamos que esse cenário mudasse no fim de semana, mas não houve evolução. Agora começamos a semana na expectativa. Se não houver mudança nesta semana as empresas também serão obrigadas a readequar sua realidade. As demissões serão inevitáveis”, explica Everton Trento, presidente da Associação Criciumense de Transporte Urbano (ACTU).

Segundo ele, só no sistema integrado de Transporte de Criciúma são pelo menos 500 trabalhadores diretos. “Um número que cresce bastante quando a gente inclui as empresas que atuam em toda a região. No estasi são praticamente 20 mil trabalhadores diretos. Essa é maior crise da história do Brasil. No restante do país tudo está operando e aqui o governador mantém barrado, mas o clandestino libera”, reclama.

Fonte: Sul notícias

Recomendados para você

Adolescente de Criciúma é apontado como líder de umas das maiores quadrilhas do Brasil especializada em crimes de ódio

Adolescente de Criciúma é apontado como líder de umas das maiores quadrilhas do Brasil especializada em crimes de ódio

A ação comandada pela PF cumpriu mandados em sete estados, prendeu dois homens e apreendeu dois adolescentes.

Idoso perde os dentes após ser atendido por falsa dentista em Criciúma; clínica é interditada

Idoso perde os dentes após ser atendido por falsa dentista em Criciúma; clínica é interditada

Procurada para se manifestar, até o momento a falsa dentista não atendeu a reportagem.

Passageiros reclamam da superlotação durante horários de pico em linhas de ônibus em Criciúma

Passageiros reclamam da superlotação durante horários de pico em linhas de ônibus em Criciúma

Procurada, a empresa responsável pelo transporte público em Criciúma ainda não respondeu a reportagem.