A importância das blitz para segurança do trânsito: “bandido não vem voando”

Na operação de hoje, um veículo de luxo foi apreendido por conta de débitos.

Por Tcharlles Fernandes

Nos últimos meses, em Criciúma, se tornou comum encontrarmos nas ruas e avenidas da cidade operações de trânsito, popularmente conhecida como “blitz”.

Apenas em 2020, três criminosos procurados pela Justiça (com mandado de prisão ativo) foram presos em operações realizadas em bairros distintos da cidade. Além disso, alguns veículos utilizados em furtos e roubos foram apreendidos.

Para um motorista que foi abordado na tarde deste domingo (25) na avenida Gabriel Zanette, no bairro Próspera, as operações deveriam ser ainda mais frequentes. “Fico feliz em ver os policiais trabalhando também no trânsito. Bandido não vem voando, nem de metrô; eles usam carros e motos. Sobre a parte administrativa, a lei tem que ser para todos. Se eu cumpro com minhas obrigações em dia, não é justo que as pessoas que não cumprem não sejam advertidas”, diz.

A operação de hoje visava abordar veículos roubados, furtados, clonados, autores de furtos e roubos, apreender armas, drogas e foragidos da justiça e, em segundo plano, fiscalizar infrações de trânsito que interferem diretamente em risco a vida das pessoas.

Recomendados para você

Impeachment é aprovado, Moisés é afastado e Daniela assume governo de SC

Impeachment é aprovado, Moisés é afastado e Daniela assume governo de SC

Corte decidiu por 6 votos a 4 dar prosseguimento à denúncia sobre compra de R$ 33 milhões, o que retira o governador de suas funções por até 120 dias

Mais de 200 pessoas internadas em Criciúma por Covid-19; 63 aguardam transferência para leitos de UTI

Mais de 200 pessoas internadas em Criciúma por Covid-19; 63 aguardam transferência para leitos de UTI

Até o momento, são 23.700 casos confirmados do vírus na cidade. Destes, 21.909 se recuperaram, 1.504 estão ativos e 287 morreram.

Bolsonaro diz que

Bolsonaro diz que "está quase tudo certo" para pagamento de 4 parcelas de R$ 250

Assim como já fez em outras oportunidades, o presidente reforçou que o auxílio significa mais endividamento ao país.